Obras e acervo técnico
O acervo do nosso Diretor Técnico em sistemas de controle e supervisão de usinas de geração, com mais de 25 anos e plantas de 44 MW a 343 MW, somado às obras entregues pela Powerplant Engenharia para Furnas, Tijoá, Engie, CESP, Eletrobras CHESF, Vale, Enel e AGESUL, em hidrelétricas, mineração, saneamento e indústria.
Acervo técnico dos nossos engenheiros
170 MW
UTE Palmeiras — Palmeiras de Goiás, GO
Cliente: Bolognesi
Escopo executado
Usina de 170 MW distribuídos em dois powerhouses independentes, com 99 grupos geradores MTU despachando para o Sistema Interligado Nacional. Sistema completo de controle e supervisão: partida e parada individual de cada máquina, setpoint de carga independente por gerador, medição de óleo diesel, monitoramento da subestação com acionamento de chaves seccionadoras, disjuntores de transformadores e relés de proteção. Envio de dados ao ONS por IEC-104, com registro de sequência de eventos (SOE).
Arquitetura
99 módulos de controle DEIF em rede, coletando parâmetros mecânicos e elétricos de todas as máquinas. Para proteção térmica, 55 CLPs Altus FBs24MA lendo 1.600 termopares instalados nos cilindros dos geradores, com lógica de trip em tempo real, varridos por um controlador Altus Nexto na sala de controle. Supervisório Elipse E3.
Proteção térmica com 1.600 pontos e trip automático é um dos requisitos mais críticos de uma planta a motogeradores — falha nesse sistema significa perda de máquina.
72 MW
UTE Charqueadas — Charqueadas, RS
Cliente: Tractebel Energia GDF Suez (hoje Engie Brasil Energia)
Escopo executado
Usina a carvão de 72 MW, com quatro conjuntos caldeira-turbina AEG de 18 MW (6.000 V, 3.000 rpm) e caldeiras Steinmüller de 80.000 kg/h de vapor. Sistema de controle das quatro caldeiras e das quatro turbinas, integração dos reguladores de tensão Reivax e dos reguladores de velocidade Woodward 505, quadro elétrico e sistemas auxiliares do ciclo térmico. Inclui o controle do dessulfurizador de gases (FGD) e do sistema de monitoramento contínuo de emissão de particulado (CEMS).
Arquitetura
10 CPUs Siemens S7-300 319-DP com redundância MPI e redundância de I/Os, interligadas por duplo anel redundante em fibra óptica. Quatro estações de operação com quatro monitores cada e discos em RAID1 com hot swap. Supervisório Elipse E3 com servidor redundante em hot-standby e servidor de banco de dados dedicado. Redes Modbus RTU, Modbus TCP, Ethernet e Profibus.
Redundância em três camadas — CPU, rede e servidor — é arquitetura de planta que não pode parar. E o controle de FGD e CEMS coloca o projeto na fronteira entre automa ção e conformidade ambiental, repertório que poucos integradores têm. A relação com o grupo, iniciada aqui ainda como Tractebel, segue ativa hoje sob a Engie.
343 MW
UTE Vale do Açu (Termoaçu) — Alto do Rodrigues, RN
Cliente: Petrobras · Cogeração a gás natural
Escopo executado
Usina de cogeração a gás natural inaugurada em 2008, que produz energia elétrica e 610 t/h de vapor para a extração de petróleo nos poços da região. Sistema de controle e supervisão de dois turbogeradores GE Frame 7FA de 171,6 MW, com monitoramento de aproximadamente 1.000 variáveis de processo, duas caldeiras de recuperação de vapor Vogt Nem de 296 m³ e sistema de captação de água de 1.200 m³/h. Interligação em 230 kV ao longo de 30 km até a subestação Açu II da Chesf.
Arquitetura
Interfaceamento das redes de campo entre as diversas unidades da usina, para unificar a comunicação do sistema. Configuração do DCS Foxboro Invensys I/A Series, configuração dos sistemas de ETA e ETE, sistema de controle de emissão de gases, unidades das caldeiras Vogt e sistemas auxiliares. Redes Modbus RTU, Modbus TCP, Ethernet e sinais 4-20 mA.
Cogeração acopla o ciclo elétrico ao processo do cliente: uma falha de controle não derruba só a geração, derruba a extração de petróleo. Integrar as redes de campo de unidades distintas sob um DCS Foxboro, com ETA, ETE e controle de emissões no mesmo escopo, é o tipo de projeto em que o sistema precisa acertar na primeira vez.
58 MW
UTE Xavantes — Goiânia, GO
Cliente: Aruanã Energia
Escopo executado
Planta de 58 MW com aproximadamente 198 grupos geradores de três fabricantes distintos — Caterpillar, F.G. Wilson e Scania — operando de forma integrada. Controle e supervisão com setpoint de carga independente por gerador, sistema de medição de óleo diesel e acionamento de disjuntores e seccionadoras da subestação. Todos os parâmetros elétricos e mecânicos das máquinas monitorados em tempo real e historiados em banco de dados. Comunicação com o ONS por IEC-104, com SOE.
Arquitetura
Cerca de 198 módulos de controle Woodward Easygen 3200, EGPC-II e ComAp. Na camada de CLP, 36 Altus FBs14MA em Modbus TCP e 20 Altus FBs24MA em Modbus RS-485 e TCP, além de duas CPUs Nexto de grande porte varrendo mais de 40.000 variáveis em rede. Supervisório Elipse E3. Redes Modbus RTU e TCP, Ethernet, IEC-104, DNP-3.0 e sinais 4-20 mA.
Integrar 198 máquinas de três fabricantes num único supervisório, com 40.000 variáveis varridas em tempo real, é problema de arquitetura de rede antes de ser problema de automação.
50 MW
UTE Electron — Iranduba, AM
Cliente: EBRASIL Eletricidade do Brasil · Concessionária: Amazonas Energia
Escopo executado
Planta de 50 MW em dois powerhouses independentes, com 36 grupos geradores. Controle e supervisão com setpoint de carga independente por máquina, medição de óleo diesel e envio de variáveis à concessionária. Partida, parada e diagnóstico de falha de controlador a partir do supervisório.
Arquitetura
36 módulos de controle MTU em rede e sistema de controle Schneider Electric Quantum para acionamento dos grupos geradores. Envio de dados à concessionária por módulo IEC-104 Schneider, integrado ao sistema SAGE. Supervisório Elipse E3. Redes Modbus RTU e TCP, Ethernet e sinais 4-20 mA.
Obra em Iranduba, no Amazonas, executada por equipe de Goiás. Logística e suporte remoto em planta isolada são parte do escopo, não detalhe.
44 MW
UTE DAIA — Anápolis, GO
Cliente: Engebra
Escopo executado
Usina do Distrito Agroindustrial de Anápolis, em área de 40.000 m², com 33 conjuntos motor-gerador em dois galpões, em operação desde janeiro de 2003. Sistema de controle e supervisão com partida e parada independente das máquinas, coleta de parâmetros mecânicos e elétricos e reconhecimento de falha de controlador direto pela tela de operação.
Arquitetura
33 módulos de controle PCC em rede, dois relés SEL-587 e dois SEL-351 da Schweitzer, dois multimedidores Schneider ION-8600 e controlador Allen-Bradley SLC-500. Supervisório e banco de dados Elipse E3. Redes Modbus RTU e TCP, Ethernet, BACnet, LonWorks, DNP-3.0 e sinais 4-20 mA.
Sete protocolos distintos convivendo num só sistema. É o problema real de quem opera planta com equipamento de fornecedores diferentes — e é exatamente o que o cliente enfrenta quando amplia uma unidade existente.
Obras executadas pela Powerplant
TIJOÁ
UHE Três Irmãos — Andradina, SP
Tijoá Participações e Investimentos S.A.
Escopo executado
Seis contratos turn-key consecutivos na UHE Três Irmãos, usina de 807,5 MW com cinco unidades geradoras. O primeiro entregou os sistemas de controle de nível, comando e automação dos poços de drenagem e de esvaziamento da Área de Montagem. Os cinco seguintes substituíram, unidade por unidade, o quadro de força, comando e supervisão e o sistema de controle de posição da comporta de serviço das Unidades Geradoras 1, 2, 3, 4 e 5. Em todos, empreitada integral: projeto, fabricação, testes em fábrica e em campo, transporte, treinamento, desmontagem do sistema antigo, montagem dos novos equipamentos, cablagem, comissionamento e operação assistida.
Engenharia e normas
Sistema de supervisão com IHM em painel principal e painel remoto, relatório de alarmes e histórico de vari áveis de processo, comunicando com controlador redundante e dupla redundância de rede de campo em Ethernet sobre fibra óptica. Automação e controle conforme IEC-61131-3. Instrumentação de pressão, fins de curso e encoders absolutos. Plano de Inspeção e Testes, ensaio dielétrico e verificação de isolação segundo NBR IEC-60439-1, medição de espessura de película seca segundo NBR-10443 e execução conforme NR-10.
Em usina em operação, o turn-key inclui desmontar o sistema que está rodando e entregar o novo funcionando dentro da janela acordada com a operação. Foram seis contratos seguidos, e as cinco unidades geradoras da usina passaram pela Powerplant.
FURNAS
UHE Itumbiara — Araporã, MG
Furnas Centrais Elétricas S.A. · Agosto de 2017 a março de 2018
Escopo executado
Modernização do sistema de acionamento e controle das bombas de esgotamento e drenagem da casa de força da Usina de Itumbiara. Escopo completo, do anteprojeto ao treinamento da equipe: anteprojeto e projeto elétrico, fornecimento de painel de controle elétrico, dois sensores de nível por pressão hidrostática e quatro chaves de nível, testes de aceitação em fábrica, instalação, comissionamento e treinamento. Executado conforme a especificação técnica GER.O.006.2016 da própria Furnas.
Por que este projeto pesa
O sistema de esgotamento e drenagem da casa de força é item de segurança da usina, não conveniência operacional. Modernizá-lo exige intervir em instalação em operação, sob especificação técnica do cliente e com aceitação em fábrica antes de qualquer coisa ir a campo.
Atestado emitido por Furnas Centrais Elétricas para fins de cadastramento e licitação junto a órgãos federais, estaduais, municipais, empresas públicas e autarquias.
VALE
Corumbá, MS — Tanque Australiano
Mineração Corumbaense Reunida S.A. · Maio a novembro de 2016 · CAT CREA-GO 1020170000998
Escopo executado
Automação industrial do Tanque Australiano e controle da elevatória de água potável Maria-26, na unidade da Vale em Corumbá. Projeto elétrico e montagem de dois painéis de automação, desenvolvimento do software de automação e do sistema supervisório com banco de dados relacional, medição de nível, vazão e pressão, controle de fluxo de água, infraestrutura de campo e interligação de instrumentos.
Arquitetura
Enlace de rádio com quatro antenas de 5,8 GHz cobrindo mais de 3 km, dois sistemas isolados de geração de energia solar compostos por banco de baterias e células fotovoltaicas, infraestrutura de telecomunicações para suportação das células e dos rádios, cabeamento estruturado e sistema de circuito fechado de TV.
Ativo sem rede elétrica e sem cabeamento disponível, a quilômetros da unidade. A solução foi gerar a própria energia e criar o próprio enlace de dados. A CAT registra oito atividades técnicas distintas no mesmo contrato.
ENEL
Cachoeira Dourada, GO — CCMs do sistema de drenagem
Centrais Elétricas Cachoeira Dourada S.A. · Novembro de 2016 · CAT CREA-GO 1020170001112
Escopo executado
Projeto e montagem de quatro Centros de Controle de Motores em baixa tensão para o sistema de drenagem da usina, um para cada casa de força, totalizando 21 colunas e 2.900 A de carga instalada: 250 A na primeira etapa, 400 A na segunda, 1.000 A na terceira e 1.250 A na quarta. Inclui o projeto e a montagem do hardware de automação para monitoramento e manobra dos drives dos CCMs, contemplando 184 pontos de automação.
Por que este projeto pesa
Quatro CCMs, 21 colunas e 184 pontos de automação projetados, montados e entregues entre 1º e 18 de novembro de 2016. Prazo curto em obra dessa natureza só fecha com engenharia e montagem sob o mesmo teto.
Painéis de baixa tensão com automação integrada são a interseção exata entre as duas frentes da Powerplant: montagem eletromecânica e automação industrial.
AGESUL
Ponta Porã, MS — Telemetria de abastecimento de água
Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul · Contrato 069/2017
Escopo executado
Execução das obras de implantação do sistema de telemetria para a ampliação do sistema de abastecimento de água do município de Ponta Porã, dentro do PAC 2, Programa Serviços Urbanos de Água e Esgoto. Contrato firmado por licitação com a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul.
Por que este projeto pesa
Obra pública sob a Lei 8.666/93, com fiscalização designada e recebimento formalizado em duas etapas: provisório em setembro de 2017 e definitivo em outubro do mesmo ano, atestando que os serviços foram executados em estrita obediência aos conceitos técnicos exigidos.
Contrato público executado e recebido em definitivo é o tipo de referência que abre cadastro em órgão estadual e em concessionária de saneamento.
FURNAS
UHE Corumbá I — Caldas Novas, GO
Furnas Centrais Elétricas S.A.
Escopo executado
Modernização do sistema de acionamento e controle das bombas de esgotamento e drenagem da casa de força, com fornecimento de materiais. Escopo completo: anteprojeto, projeto elétrico, fabricação do painel CCMED, testes de aceitação em fábrica acompanhados por Furnas, instalação, comissionamento, operação assistida, documentação e treinamento da equipe de manutenção da usina. O painel reúne dois disjuntores de alimentação principais intertravados mecanicamente por bloqueio KIRK, disjuntor de interligação de barras, CLP com IHM touch, sistema eletromecânico de retaguarda e quatro chaves de partida estática, uma para cada motobomba. A instrumentação tem dois sensores de nível por pressão hidrostática em aço inoxidável 316L e duas chaves de nível tipo boia magnética como retaguarda.
Engenharia e normas
Cargas acionadas: dois motores de esvaziamento de 105 kW, dois de drenagem de 17 kW e um de esgotamento portátil de 15 kW, em 440 V. Painel com grau de proteção IP54 e partes vivas ensaiadas a 2.500 V, 60 Hz, por um minuto. Lógica desenvolvida conforme IEC 61131-3. Ensaio dielétrico, verificação das medidas de proteção e da continuidade dos circuitos e verificação da resistência de isolação segundo NBR IEC 60439-1 e IEEE Std C37.21. Medição de espessura de película seca conforme NBR 10443 e aderência de pintura conforme NBR 11003. Execução conforme NR-10, NR-33 e NR-35.
A usina permaneceu em operação comercial durante toda a obra. Como os poços de esvaziamento e drenagem não podem parar, a substituição dos painéis antigos exigiu alimentação provisória das motobombas até a virada para o sistema novo. Segundo sistema desse tipo entregue para Furnas, depois de Itumbiara.
ENGIE
UHE Jaguara — Rifaina, SP
Engie Brasil Energia · Companhia Energética Jaguara
Escopo executado
Retrofit dos painéis PCC e substituição dos controladores lógicos programáveis das quatro comportas da tomada d'água. Fornecimento, montagem e instalação de todos os materiais, desenvolvimento e atualização do software de controle, integração dos painéis ao Sistema Digital de Supervisão e Controle e à proteção da unidade geradora, atualização dos desenhos, desmontagem do sistema antigo, obras elétricas, mecânicas e civis necessárias, comissionamento, start-up, treinamento e documentação as built. Inclui a configuração e o teste do controlador sobressalente que fica em estoque na usina.
Criticidade do sistema
Os painéis PCC das comportas da tomada d'água controlam o fluxo de água dos condutos e integram a proteção da unidade geradora, com impacto direto na disponibilidade das máquinas para o Sistema Interligado Nacional. A intervenção exige janela curta, coordenada com a parada programada da unidade.
Para habilitar fornecedor nesse tipo de serviço, a Engie exige atestado de capacidade técnica, visita técnica prévia e ART. O contrato é medido por indicadores: percentual de adequações executadas conforme projeto e percentual de aprovação dos comissionamentos pela seguradora.
CESP
UHE Engenheiro Sérgio Motta (Porto Primavera) — Rosana, SP
CESP — Companhia Energética de São Paulo
Escopo executado
Modernização do sistema supervisório das comportas de superfície do vertedouro, com substituição do sistema de indicação de posição. Escopo integral: fornecimento de materiais e equipamentos, retirada do sistema existente, instalação dos novos controladores, desenvolvimento do software, testes de aceitação em fábrica e em campo, comissionamento, operação assistida e treinamento dos técnicos e engenheiros da CESP. Entrega de projetos elétricos detalhados, manual de manutenção e operação e documentação as built, além do código-fonte, senhas e licenças do software, para que a própria CESP mantenha e atualize o sistema.
Arquitetura
Sensor de posição adaptado à estrutura mecânica de cada comporta de segmento, com sinal de 4 a 20 mA do sensor ao controlador local e do controlador ao Sistema Digital de Supervisão e Controle da usina. Cada controlador supervisiona duas comportas. Fontes de alimentação redundantes, de 24 a 125 Vcc e de 127 a 220 Vca. Entradas digitais isoladas galvanicamente para 2.000 V. Função de autocheck reportada ao supervisório, IHM com alarmes, eventos e teclas de comando, e porta ethernet em cada controlador para comunicação futura em Modbus TCP ou Ethernet/IP. Programação em LADDER, execução conforme NR-10 e NBR 5410.
O vertedouro de Porto Primavera tem dezesseis comportas de superfície, e a indicação de posição é o dado que a operação usa para decidir manobra de vertimento. O contrato exigia modernizar o sistema sem alterar nenhuma etapa do procedimento de operação existente.
CHESF
Automação dos poços de esvaziamento — Eletrobras CHESF
Companhia Hidro Elétrica do São Francisco — Eletrobras
Escopo executado
Automação do centro de controle de motores dos poços de esvaziamento da casa de força. Fornecimento dos controladores lógicos programáveis, interfaces homem-máquina, transmissores de pressão, fontes chaveadas, switches industriais, quadros de comando e componentes elétricos, com projeto, programação da lógica do CLP e do supervisório da IHM, licenças de software e apoio à partida.
Arquitetura
Dois poços de esvaziamento, um painel por poço, três motobombas de 75 CV em cada, com revezamento automático entre as máquinas. Medição de nível por pressão na tubulação, com transmissores de 0 a 4 bar, acionando as bombas por set point de pressão máxima e desligando por pressão mínima, em seis pares de set points, um para cada unidade geradora. IHM com alarmes de falha e seleção entre modo manual e automático, chave seletora e botoeiras para operação local. Controladores e interfaces Siemens, transmissores Schneider, fontes Phoenix e switches em rede ethernet industrial.
Projeto, programaç ão e apoio à partida executados remotamente, com a lógica testada antes de chegar ao campo. A montagem do painel e a instalação ficaram com a equipe da Eletrobras.
PADTEC
Prontuário técnico de sites — Engie
Padtec · Cliente final: Engie
Escopo executado
Levantamento em campo e elaboração do prontuário técnico dos sites da Engie, nas frentes de automação e de telecomunicações. Em automação: inventário completo dos equipamentos de cada painel de automação e controle, com marca, modelo, família, ano de fabricação, slots, módulos de entrada e saída digital e analógica e módulos de comunicação; levantamento dos instrumentos ligados ao CLP, entre eles cromatógrafos, computadores de vazão e transmissores; descritivo técnico com análise das condições do painel quanto a alimentação, climatização, estrutura física e acesso; relatório fotográfico. Em telecomunicações: inventário do rack por sala, bastidor, painel, fabricante, modelo e número de série, croqui da sala e relatório fotográfico interno e externo, incluindo shelter, torre e antenas.
Engenharia e normas
Análise das condições técnicas dos painéis conforme ABNT NBR 5410 e NR-10, com emissão de ART sobre o inventário gerado. Documentação entregue em formato eletrônico, site a site, com classificação por nível de complexidade.
O prontuário registra o que está instalado em cada site, em que estado e sob que norma. É o documento que sustenta o plano de manutenção e o orçamento de qualquer modernização posterior.
Atestados de capacidade técnica e Certidões de Acervo Técnico registradas no CREA-GO disponíveis para processos de habilitação e cadastro de fornecedor.
